Jogadas com bola parada vêm se tornando a marca do time, que está a um empate do acesso para a Série C do ano que vem. 

A torcida do Botafogo já se acostumou a ensaiar o grito de gol a cada falta próxima à área. Não por acaso, a bola parada é a marca do time que está a um empate do acesso para a Série C do ano que vem. E o maior responsável por isso é o volante Pio, um dos poucos reforços vindos após o Campeonato Paraibano.

"Hoje podemos dizer que a bola parada é uma das armas do nosso time. É a nossa principal jogada e vem dando certo na Série D", exaltou Pio, que cobrou as duas faltas para os gols marcados por Warley na partida contra o Tiradentes-CE, na última segunda-feira.

Até mesmo os adversários reconhecem esse poderio. E mesmo sabendo disso, não conseguem parar o ataque botafoguense - ou mesmo evitar faltas próximas à área.
"Já sabíamos da força do Botafogo nas bolas paradas e alertamos o nosso time quanto a isso. Infelizmente, não conseguimos evitar as faltas perto da nossa área", lembrou o goleiro Juninho, do Central de Caruaru, após a eliminação de seu time na segunda fase pelo Belo.

A vítima da vez foi o Tiradentes, time que até o jogo da última segunda-feira só havia sofrido quatro gols em dez jogos da Série D. Dos pés de Pio saíram as assistências para os dois gols de Warley. O técnico Danilo Augusto também fez questão de elogiar a jogada botafoguense.

"O Botafogo é muito bem armado pelo Marcelo (Vilar) nas bolas paradas. É uma arma deles", disse.
Se até os adversários dão o braço a torcer, imagina quem é beneficiado com as bolas paradas. O atacante Warley, por exemplo, rejeitou o rótulo de herói da vitória de segunda-feira e preferiu creditar os dois gols para Pio.

"Foi ele, né? Só tive o trabalho de estar no lugar certo para desviar as bolas para o gol", minimizou o agora W20.

Com Expedito Madruga do JP

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