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Em relação aos números de apreensões, nos últimos três anos já foram retiradas de circulação 9.153 armas, o que representa uma média de sete unidades diariamente. Só nos seis primeiros meses de 2014 foram apreendidas 1.464 armas de fogo, um aumento de 9% se comparado com o mesmo período de 2013, quando 1.339 revólveres, pistolas e outros tipos de armas foram pegos pelas Polícias Civil e Militar.
Os dados do Nace também indicam redução nas modalidades de crime. Os assassinatos decorrentes de reação a Crimes Violentos Patrimoniais (CVP) caíram 40% comparando o 1º semestre de 2013 e o de 2014 (de cinco para três respectivamente). Já os latrocínios reduziram de 16 casos no ano passado para nove contabilizados entre os meses de janeiro a junho deste ano, o que representa uma variação de 44%.
Para o secretário executivo da Secretaria de Segurança e Defesa Social, Jean Nunes, as apreensões de armas de fogo indicam um trabalho eficiente das polícias. “À medida que as forças policiais se empenham no recolhimento de armas de fogo, significa que menos instrumentos letais estão nas ruas, e isto diminui as chances de eles estarem nas mãos de bandidos”, disse o secretário.
