Uma
vistoria realizada pelo Conselho Regional de Veterinária da Paraíba
verificou que todos os abatedouros que estão sob administração pública
estadual correm o risco de serem fechados. A análise foi feita após uma
denúncia da Defesa Agropecuária do Estado.
Segundo o presidente do Conselho Regional de Veterinária, Domingos Lugu,
nenhum matadouro do estado apresentou exigências mínimas para
funcionamento. “Falta higiene e falta estrutura física nos locais”,
disse Lugu.
Ele afirmou ainda que não é feita a fiscalização necessária nos
locais, uma vez que o quadro de agentes sanitários não atendem a demanda
de todo território da Paraíba. “A situação é preocupante, pois caso
nenhuma providência seja tomada não teremos mais nenhum matadouro
público no estado e teremos que passar a importar carne”, alertou.
Ainda segundo o presidente, com a ausência de higienização nos locais, as carnes provenientes destes matadouros, correm há riscos de contaminação, uma vez que não se sabe a procedência dos animais e se eles foram vacinados. Atualmente, 24 abatedouros públicos funcionam na Paraíba e nenhum destes teriam condições de estar exercendo suas funções. Também foram vistoriados quatro matadouros privados. Destes, apenas um foi notificado pelo Conselho.
Os estabelecimentos foram notificados pelo Conselho Regional de Veterinária. De acordo com Domingos Lugu, uma nova vistoria será realizada dentro de um prazo de 30 e 60 dias. Caso a situação não seja regularizada, o Ministério Público será acionado para que um mandato de interdição dos locais seja expedido.
Ainda segundo o presidente, com a ausência de higienização nos locais, as carnes provenientes destes matadouros, correm há riscos de contaminação, uma vez que não se sabe a procedência dos animais e se eles foram vacinados. Atualmente, 24 abatedouros públicos funcionam na Paraíba e nenhum destes teriam condições de estar exercendo suas funções. Também foram vistoriados quatro matadouros privados. Destes, apenas um foi notificado pelo Conselho.
Os estabelecimentos foram notificados pelo Conselho Regional de Veterinária. De acordo com Domingos Lugu, uma nova vistoria será realizada dentro de um prazo de 30 e 60 dias. Caso a situação não seja regularizada, o Ministério Público será acionado para que um mandato de interdição dos locais seja expedido.