“A reforma de secretários sempre houve desde que assumi e se for necessário continuará a haver”, pontuou.
Se definindo como um politico que busca a excelência no trabalho de
seus auxiliares, o socialista salientou que não adota protocolos quando o
assunto é substituir um auxiliar:
“Eu não marco data para fazer reforma, se você observar bem eu já
mudei uma grande parte do secretariado e não marquei data, para dizer:
vou fazer uma reforma! Não precisa disso!”, contou.
O governador paraibano continuou a justificar a possibilidade em
trocar alguns auxiliares: “Se achar que eu devo mudar eu mudo! Se eu
errar eu digo: me desculpem eu errei, a responsabilidade tem que ser
minha”, detalhou.
ATAQUE: Ricardo não poupou críticas aos seus
adversários e, principalmente, ao PMDB de Veneziano Vital do Rêgo e José
Maranhão que criticaram recentemente a sua política voltada para a
segurança pública.
“O discurso do PMDB é antigo e ultrapassado. O partido não consegue
compreender a realidade da Paraíba e vai continuar assim enquanto
estiver cometendo o mesmo erro que é só tentar destruir e ter poder pelo
poder”, cutucou.
ALIANÇAS: O governador Ricardo Coutinho minimizou a
força política do senador Cícero Lucena (PSDB), quando indagado se
defenderia a aproximação com o tucano com vistas a 2014.
“Com relação ao apoio de a, de b e de c, eu discuto é com o partido,
eu tenho discutido com o senador Cássio, que é a liderança do PSDB, eu
discuto é com o partido e não com ele”, disse.
A declaração de Ricardo Coutinho acaba contrariando a tese do
secretário Lúcio Flávio que, em recente entrevista, defendeu a união das
forças em prol da governabilidade.
“Eu tenho meu ponto de vista, tenho minha pratica politica,
determinadas praticas não faço, por isso paciência, vou fazer o que, se
tem gente que reage a isso, que reaja, sei que vai chegar o momento que a
população vai julgar se aquele tipo de comportamento é positivo ou
negativo para os interesses coletivos”, destacou.
