A
primeira etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa será
encerrada no próximo dia 31 de maio. Depois de imunizar o rebanho, o
criador tem até o dia 10 de junho para notificar a vacinação nos
escritórios da Defesa Agropecuária espalhados pelo Estado. É necessário
apresentar as notas fiscais das vacinas e a classificação do rebanho
separado por idade e sexo. Atualmente existem no Estado 93 farmácias
veterinárias aptas a vender a vacina contra aftosa e outros tipos de
doenças que afetam bovinos e babulinos.
A meta é vacinar 100% do rebanho. Os criadores que
não vacinarem ou não apresentarem a notificação no tempo previsto estão
sujeitos a punições como multas e impossibilitados de transportar e
comercializar os animais, uma vez que não terão direito ao GTA (Guia de
Trânsito Animal), além da exclusão dos programas do governo. As
farmácias veterinárias que estiverem inaptas para a venda de vacinas
devem procurar a Defesa Agropecuária para regularizarem a
comercialização do produto.
O gerente executivo de Defesa Agropecuária da
Secretaria de Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca, Rubens Tadeu,
informou que a Paraíba está pleiteando ao Governo federal a
classificação de zona livre da aftosa com vacinação. “Para que isto
ocorra os criadores de bovinos e bubalinos no Estado devem vacinar seu
rebanho e, após dez dias, declarar a vacinação nos escritórios da Emater
e regularizarem seu cadastro”, afirmou.
Rubens Tadeu informou que técnicos estão percorrendo o
Estado realizando palestras e fazendo vacinação assistida. Ao final da
campanha, a Secretaria do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca
promoverá um levantamento geral para atualizar os dados sobre os
rebanhos na Paraíba, a partir do número de animais vacinados.
A campanha começou no dia 4 de maio e a segunda etapa
já está prevista para acontecer no mês de novembro. A vacinação é feita
a partir de animais recém-nascidos e até os mais velhos. A dosagem é de
5 ml e custa em média R$ 1,50 nos postos de venda.
Secom