Foto: Adaptação

Um aumento que poderá chegar aos 6% de reajuste que irá em maior parte par alguns medicamentos utilizados em todo o país, como antibióticos e anti-inflamatórios, foi autorizado pelo governo. O reajuste irá valer a partir do dia 31 de março.

Foi publicada ontem, quarta-feira (9), no Diário Oficial da União, uma resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), onde foi definido os critérios para o cálculo do reajuste. Um deles é o acumulado do mês de março do ano passado, até o mês de fevereiro deste ano do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o (IBGE), onde foi registrado 6,01%

Um fator que também é levado em conta, é o de produtividade da indústria farmacêutica bem como também a grande participação dos genéricos no mercado, ou seja, se os genéricos tiverem em alta de participação no mercado, maior será o fator que é utilizado no cálculo para se fazer o reajuste.

Será publicado pela Cmed, que é ligada ligada à (Anvisa), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, uma resolução que especificará cada percentual de reajuste, e o que deverá ser cobrado do consumidor, para evitar cobranças abusivas. Se alguma empresa descumprir estará sujeita a sanção, porém, preços mais baixos dos que os que forem estipulados pela câmara  podem ser adotados por tais empresas.

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