Embora metade da população brasileira se identifique como preta ou parda, a história das raízes africanas ainda não tem a devida importância. Inúmeros são os casos de estudantes que migram de uma escola para a outra, vítimas de preconceito racial em instituições públicas e privadas.

Crianças relatam que sofrem com o racismo. Expressões como cabelo de bombril, negrinho, boneco de macumba, criolo e outras ainda são usadas de forma preconceituosa. Cenas de bullying por parte dos colegas e racismo por parte do próprio sistema se reproduzem em escolas de todo o Brasil.

Existem disciplinas que mostram o que cada cultura tem para a cultura geral do Brasil; educando as crianças para que não cometam os mesmos erros dos mais velhos, pois preconceito se adquire ninguém nasce com ele.

De forma geral sabemos que no mundo há grandes diferenças entre pessoas e que, por estupidez e ignorância, cria-se o preconceito, gerando conflitos e desentendimentos, afetando boa parte da população. Se todos somos diferentes onde estão os Direitos Humanos que não fazem respeitar essas diferenças? Já que vivemos numa diversidade cultural?

Cada um respeitando a igualdade enquanto direito universal qualquer discriminação, principalmente a racial, será marginalizada e teremos uma sociedade melhor independente de cor, idade ou condição sexual.

Wilker Muniz

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