Bancários em greve realizaram um protesto no começo da noite de ontem na
Avenida Epitácio Pessoa, em João Pessoa. Eles atearam fogo em pneus,
exibiram faixas e cartazes e chamaram a atenção das pessoas do local com
palavras de ordem reproduzidas com apoio de alto-falantes. A
mobilização ocorreu em frente a uma agência de banco particular. A
categoria está em greve desde o dia 19 de setembro.
Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários da Paraíba, Marcus Henriques, os trabalhadores exigem melhorias nas condições de trabalho e aumento salarial. “Queremos que o piso salarial do bancário que, hoje é em torno de R$ 1.500,00 suba para R$ 2.680,00, que é o valor do salário mínimo indicado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos)”, afirmou.
Outra reivindicação é o fim das metas abusivas. “De cada quatro trabalhadores, um está doente, devido às metas abusivas. Quando um trabalhador cumpre 100% das metas, a quantidade de metas do mês seguinte dobra e ele nunca consegue completar totalmente esses trabalhos. Os bancários ainda sofrem assédio moral”, lamentou.
Ontem, o Ministério Público do Trabalho ingressou com ação na Justiça pedindo que o Sindicato dos Bancários da Paraíba seja multado em R$ 60 mil por causa de quebra de acordo. Segundo o MPT, a categoria não garantiu o pagamento dos salários, como previa um pacto firmado entre as duas instituições.
Já Marcus Henriques garantiu que o acordo foi cumprido. “Os caixas eletrônicos foram abastecidos e os serviços de compensação de depósitos foram realizados. Temos certeza que a Justiça vai entender que nossa greve é pacífica e justa”, declarou, acrescentando que outras mobilizações serão feitas ao longo da semana.
Através da assessoria de imprensa, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) informou que continua aberta a negociações e aguarda posição do sindicado sobre a proposta global contendo reajuste salarial de 6,1%, que corrigirá salários, pisos e benefícios.
Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários da Paraíba, Marcus Henriques, os trabalhadores exigem melhorias nas condições de trabalho e aumento salarial. “Queremos que o piso salarial do bancário que, hoje é em torno de R$ 1.500,00 suba para R$ 2.680,00, que é o valor do salário mínimo indicado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos)”, afirmou.
Outra reivindicação é o fim das metas abusivas. “De cada quatro trabalhadores, um está doente, devido às metas abusivas. Quando um trabalhador cumpre 100% das metas, a quantidade de metas do mês seguinte dobra e ele nunca consegue completar totalmente esses trabalhos. Os bancários ainda sofrem assédio moral”, lamentou.
Ontem, o Ministério Público do Trabalho ingressou com ação na Justiça pedindo que o Sindicato dos Bancários da Paraíba seja multado em R$ 60 mil por causa de quebra de acordo. Segundo o MPT, a categoria não garantiu o pagamento dos salários, como previa um pacto firmado entre as duas instituições.
Já Marcus Henriques garantiu que o acordo foi cumprido. “Os caixas eletrônicos foram abastecidos e os serviços de compensação de depósitos foram realizados. Temos certeza que a Justiça vai entender que nossa greve é pacífica e justa”, declarou, acrescentando que outras mobilizações serão feitas ao longo da semana.
Através da assessoria de imprensa, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) informou que continua aberta a negociações e aguarda posição do sindicado sobre a proposta global contendo reajuste salarial de 6,1%, que corrigirá salários, pisos e benefícios.
Com Nathielle Ferreira do JP Online
Foto: Kleide Teixeira
