São José dos Cordeiros é uma das poucas cidades do estado que os recursos para o 13º já estão assegurados
Faltando pouco mais de três meses
para o fim do ano, muitos prefeitos já estão fazendo as contas para saber onde
irão buscar dinheiro para pagar o 13º salário dos servidores. De cofres vazios,
alguns falam em cortes de despesas e até paralisação de obras, outros esperam
encontrar a solução para honrar o compromisso no repasse adicional de 1% do
Fundo de Participação dos Municípios (FPM) feito pelo Governo Federal.
O mês de dezembro é o que concentra maior repasse de FPM, pois além da parcela normal, as prefeituras recebem um adicional de 1% referente à arrecadação do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e IR (Imposto de Renda) do mês.
Apesar disso, alguns gestores temem fechar o ano no vermelho. Este é o caso do município de Poço de José de Moura. A prefeita Aurileide Egidio de Moura (Democratas) informou que a folha de dezembro com o 13º salário é de cerca de R$ 700 mil. “Não sei onde vou buscar esse dinheiro. Não tenho de onde tirar, não. Fazer contenção de despesas, de gastos para ver se a gente entra janeiro com as contas em dias”, declarou.
O mês de dezembro é o que concentra maior repasse de FPM, pois além da parcela normal, as prefeituras recebem um adicional de 1% referente à arrecadação do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e IR (Imposto de Renda) do mês.
Apesar disso, alguns gestores temem fechar o ano no vermelho. Este é o caso do município de Poço de José de Moura. A prefeita Aurileide Egidio de Moura (Democratas) informou que a folha de dezembro com o 13º salário é de cerca de R$ 700 mil. “Não sei onde vou buscar esse dinheiro. Não tenho de onde tirar, não. Fazer contenção de despesas, de gastos para ver se a gente entra janeiro com as contas em dias”, declarou.
A situação da prefeitura de São
José dos Cordeiros é bem diferente dos demais municípios. Lá, o pagamento do
13º já está garantido, segundo informou o prefeito Fernando Marcos de Queiroz
(PSB). “Nós devemos ter em caixa cerca de R$ 400 mil e a folha do 13º fica em
torno de R$ 250 mil”, revelou o gestor.
Queiroz declarou que gosta de
trabalhar com reserva em caixa. “Porque o que nós recebemos do FPM só dá para
pagar os funcionários e fornecedores, por isso, procuramos manter uma reserva
para quando os recursos caírem podermos atender as necessidades dos
funcionários e da administração”, afirmou.
Ele lembrou que desde o início da
gestão as contas da administração estão equilibradas. “Tanto em relação aos
funcionários como aos fornecedores. Nós temos uma tabela em que pagamos os
servidores dentro do mês trabalhado”.
Com PBMix e Correio da PB
