O governador Ricardo Coutinho declarou apoio a
decisão da executiva nacional do PSB de entregar os cargos do governo
Federal. Em sua fala, durante reunião da executiva nacional do partido
realizada na quarta-feira (18), em Brasília, Ricardo disse que esse é o
melhor momento do partido entregar de uma forma civilizada e respeitosa a
presidenta Dilma Rousseff os cargos que o partido dispõe.
Ricardo Coutinho destacou que o PSB deve ter a liberdade de discutir um
projeto nacional sem constrangimento, que preserve as conquistas, ao
mesmo tempo, que proponha uma visão diferenciada do país e do seu
futuro. “Somos um partido com identidade própria e que participa de um
projeto com uma marca positiva onde governa e não pode ser apenas uma
legenda auxiliar”.
Ricardo explicou que a participação do PSB no governo Federal sempre
foi inferior ao tamanho do partido que possui quatro senadores, seis
governadores e mais de 30 deputados federais. Ele ressaltou que o
partido tem uma história de 60 anos de luta e de luta pela
democratização e pelos direitos sociais e não tem uma postura
fisiologista e de apego a cargos.
“Com essa decisão da entrega dos cargos o PSB não está dizendo que vai fazer oposição ao governo Federal, mas deixando claro que não podia aceitar informações anônimas ou de setores do governo Federal cobrando lealdade, algo que o partido sempre teve desde quando apoiou o candidato Lula em 1989”, completou.
Sobre a possibilidade de retaliação as gestões do PSB, Ricardo acredita que dentro das relações republicanas não deve haver mudanças na relação entre o governo central e os Estados da Federação. “A sociedade brasileira e os paraibanos jamais permitiriam esse tipo de postura. Não estamos no tempo da República velha ”, completou.
“Com essa decisão da entrega dos cargos o PSB não está dizendo que vai fazer oposição ao governo Federal, mas deixando claro que não podia aceitar informações anônimas ou de setores do governo Federal cobrando lealdade, algo que o partido sempre teve desde quando apoiou o candidato Lula em 1989”, completou.
Sobre a possibilidade de retaliação as gestões do PSB, Ricardo acredita que dentro das relações republicanas não deve haver mudanças na relação entre o governo central e os Estados da Federação. “A sociedade brasileira e os paraibanos jamais permitiriam esse tipo de postura. Não estamos no tempo da República velha ”, completou.
