O ex-prefeito, Bevilacqua Matias (2009 –
2012), entregou farta documentação oficial, onde comprova ter deixado
cerca de R$ 1 milhão em caixa nas contas da Prefeitura ao término do seu
mandato, em 31 de dezembro do ano passado.
Apenas na saúde, por exemplo, foram deixados mais de R$ 400 mil, além de R$ 300 mil para a conclusão das obras do colégio Municipal, R$ 130 mil para finalizar a construção do PSF do conjunto Frei Damião, R$ 80 mil para reformas nos demais PSFs, R$ 120 mil para perfuração de poços artesianos na zona rural, R$ 38 do Fundeb, R$ 62 mil para pagamento de empréstimo junto ao BB, R$ 32 mil do CREAS, R$ 12 mil do PBV 2.
No dia 28 de dezembro, o ex-prefeito emitiu cerca de 48 cheques para efetuar os pagamentos do seu secretariado e outros servidores.
Porem ao depositarem seus cheques em contas no Banco do Brasil, tanto os secretários quanto os demais servidores tiveram uma desagradável surpresa: os cheques foram devolvidos e a nova prefeita, Carleusa Marques (PTB), alegara falta de fundos para compensação das ordens de pagamento.
Não satisfeita, Carleusa ainda prestou uma queixa na Delegacia de Polícia Civil da cidade contra Bevilacqua, alegando que ele emitira os cheques sem deixar fundos.
Novamente, Bevilacqua comprovou com documentos que havia o dinheiro na conta.
Segundo mostra um extrato de uma das contas da Prefeitura a qual este portal teve acesso, em 31 de dezembro haviam disponíveis R$ 37.759,23, justamente para compensação dos cheques dados aos secretários pelo mês trabalhado.
Ação na Justiça contra a Prefeitura
Prejudicados, os ex-secretários bem como os demais funcionários que tiveram os cheques devolvidos, vão entrar com uma ação na Justiça contra a Prefeitura para receberem seus vencimentos.
Além disso, eles estudam a possibilidade de imgressarem com uma ação judicial também contra o Banco do Brasil, pois devolveram os cheques sem os devidos carimbos no verso do documento como manda uma norma do Banco Central e, ainda por cima, reteram os comprovantes de depósito de algumas pessoas.
Apenas na saúde, por exemplo, foram deixados mais de R$ 400 mil, além de R$ 300 mil para a conclusão das obras do colégio Municipal, R$ 130 mil para finalizar a construção do PSF do conjunto Frei Damião, R$ 80 mil para reformas nos demais PSFs, R$ 120 mil para perfuração de poços artesianos na zona rural, R$ 38 do Fundeb, R$ 62 mil para pagamento de empréstimo junto ao BB, R$ 32 mil do CREAS, R$ 12 mil do PBV 2.
No dia 28 de dezembro, o ex-prefeito emitiu cerca de 48 cheques para efetuar os pagamentos do seu secretariado e outros servidores.
Porem ao depositarem seus cheques em contas no Banco do Brasil, tanto os secretários quanto os demais servidores tiveram uma desagradável surpresa: os cheques foram devolvidos e a nova prefeita, Carleusa Marques (PTB), alegara falta de fundos para compensação das ordens de pagamento.
Não satisfeita, Carleusa ainda prestou uma queixa na Delegacia de Polícia Civil da cidade contra Bevilacqua, alegando que ele emitira os cheques sem deixar fundos.
Novamente, Bevilacqua comprovou com documentos que havia o dinheiro na conta.
Segundo mostra um extrato de uma das contas da Prefeitura a qual este portal teve acesso, em 31 de dezembro haviam disponíveis R$ 37.759,23, justamente para compensação dos cheques dados aos secretários pelo mês trabalhado.
Ação na Justiça contra a Prefeitura
Prejudicados, os ex-secretários bem como os demais funcionários que tiveram os cheques devolvidos, vão entrar com uma ação na Justiça contra a Prefeitura para receberem seus vencimentos.
Além disso, eles estudam a possibilidade de imgressarem com uma ação judicial também contra o Banco do Brasil, pois devolveram os cheques sem os devidos carimbos no verso do documento como manda uma norma do Banco Central e, ainda por cima, reteram os comprovantes de depósito de algumas pessoas.