Os servidores técnico-administrativos das Universidades Federais da Paraíba (UFPB) e Campina Grande (UFCG), além do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB), entraram em greve nesta segunda-feira (11) por tempo indeterminado, de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Ensino Superior do Estado da Paraíba (Sintes-PB).

Com a greve, os serviços ambulatoriais dos Hospitais Universitários estão suspensos, com exceção dos setores essenciais, que dão continuidade ao atendimento dos pacientes internos e emergências.

As atividades no Restaurante Universitário (RU) e na Biblioteca também foram suspensas. Segundo o Sintes-PB, a margem de 30% de funcionários trabalhando está sendo respeitada.

De acordo com Uma nota divulgada pelo sindicato, a paralisação foi deflagrada “em protesto à falta de disposição do Governo Federal em não apresentar propostas que atendam às principais reivindicações da categoria em todo país”. Os servidores da UFPB reivindicam ainda uma pauta específica junto à Reitoria da UFPB, que inclui, entre outros pontos, a abertura de novos convênios para os Planos de Saúde, realização imediata de concurso público, regulamentação do horário corrido nos setores não respaldados na resolução e melhores condições de trabalho.

A nível nacional, o eixo de reivindicações dos técnico-administrativos das universidades brasileiras prevê: reajuste salarial, piso de três salários mínimos e step de 5%, racionalização de cargos; reposicionamento de aposentados, mudança na lei de carreira, isonomia salarial, entre outras.

Os professores das universidades federais da Paraíba também já estão em greve há mais de 20 dias. Estima-se que mais de 60 mil alunos estejam sem aulas. os docentes querem a restruturação da carreira, prevista em um acordo firmado em 2011; também pleiteiam melhores condições de trabalho e a valorização profissional.

Com Ascom

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