O presidente da Associação dos Docentes da Universidade Estadual da
Paraíba (ADUEPB), o professor José Cristovão, anunciou para esta
terça-feira (13) uma assembleia geral com indicativo de greve no
auditório do Colégio das Damas, em Campina Grande, a partir das 15h.
Segundo ele, a reunião vai discutir temas de interesse da comunidade
acadêmica, como informes, autonomia da UEPB e campanha salarial
2011/2012.
Os professores da instituição já haviam se reunido anteriormente para avaliar a possibilidade de entrar em greve, mas não chegaram a um acordo. A categoria é formada por 1,3 mil professores. “A reitora Marlene Alves nega a discussão da pauta das entidades no Consuni sobre a situação salarial dos docentes e técnicos e o movimento ameaça radicalizar na assembleia de terça dia 13 e a greve pode acontecer se a reitora não negociar”, disse o presidente da ADUEPB.
Neste domingo (11), chega ao sétimo dia a greve dos servidores técnico-administrativos da UEPB. O professor José Cristovão ainda anunciou apoio à paralisação da categoria, que teve início na segunda-feira (5).
Entre as reivindicações estão o reajuste salarial de 11,34% e o respeito à lei de autonomia financeira da instituição, por parte do governo estadual. Os servidores argumentam que a lei não estaria sendo cumprida desde fevereiro, quando o governo publicou no Diário Oficial do Estado limites para o repasse dos recursos à universidade.
Com Jornal da PB
Os professores da instituição já haviam se reunido anteriormente para avaliar a possibilidade de entrar em greve, mas não chegaram a um acordo. A categoria é formada por 1,3 mil professores. “A reitora Marlene Alves nega a discussão da pauta das entidades no Consuni sobre a situação salarial dos docentes e técnicos e o movimento ameaça radicalizar na assembleia de terça dia 13 e a greve pode acontecer se a reitora não negociar”, disse o presidente da ADUEPB.
Neste domingo (11), chega ao sétimo dia a greve dos servidores técnico-administrativos da UEPB. O professor José Cristovão ainda anunciou apoio à paralisação da categoria, que teve início na segunda-feira (5).
Entre as reivindicações estão o reajuste salarial de 11,34% e o respeito à lei de autonomia financeira da instituição, por parte do governo estadual. Os servidores argumentam que a lei não estaria sendo cumprida desde fevereiro, quando o governo publicou no Diário Oficial do Estado limites para o repasse dos recursos à universidade.
Com Jornal da PB
