Todos os lençóis apreendidos pela Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa) na cidade de Umbuzeiro, no Cariri paraibano, podem ter sido utilizados em hospitais que atendem militares nos Estados Unidos.
Sob suspeita levantada pelos fiscais da Agevisa, que apreenderam no final de outubro, 23 fronhas, 13 lençóis e uma toalha de banho em duas bancas localizadas na feira livre, no Centro do município. De acordo com a fiscal da Agência, Andrea Cardoso Rocha, “foram encontradas no material apreendido manchas semelhantes a marcas de coturno, que nos levou a indagar se estes lençóis foram utilizados por feridos de guerra”, disse.
Além das marcas de calçados, o tecido também apresentava manchas em tom marrom, que podem ser resíduos de sangue e muita sujidade. Segundo Andrea, o material foi comprado em Santarém e Santa Cruz do Capibaribe (Pernambuco) “o que fortaleceu nossas dúvidas quanto a procedência dos produtos, mesmo sem inscrição dos hospitais dos Estados Unidos, mas que apresentavam características suspeitas de serem provenientes de lixo hospitalar”.
O gerente técnico da Agevisa em Campina Grande, Antônio Júnior, disse que o material passará por uma análise criteriosa para averiguar as suspeitas. “Ainda não temos previsão de quando a perícia será concluída”, informou.
Na manhã de ontem, a Agevisa realizou, em Campina Grande, uma reunião técnica com os coordenadores da Vigilância Sanitária dos municípios paraibanos que fazem divisa com Pernambuco, identificados como maior potencial de risco sanitário. Representantes das cidades de Umbuzeiro, São Sebastião do Umbuzeiro, São João do Tigre, Zabelê, Alcantil, Riacho de Santo Antônio e Monteiro estiveram presentes.
O objetivo da reunião foi definir estratégias de intervenção conjunta em todo o Estado, para evitar que produtos oriundos de lixo hospitalar sejam comercializados. “Emitimos um alerta sanitário para todos os municípios, para que as ações de fiscalização sejam efetuadas no comércio, nas feiras, lojas, vendedores ambulantes e empresas, além de fiscalizar também locais de hospedagem como hotéis, pousadas e motéis”, explicou a diretora técnica de Estabelecimentos e Procedimentos de Saúde da Agevisa, Fátima Carvalho.
Ao final da reunião, ficou definido ainda que os representantes da Vigilância Sanitária nos municípios montarão um relatório com plano de ações estratégicas para evitar a entrada de lençóis suspeitos de contaminação, além de conscientizar a população sobre os riscos da reutilização desse produto. O relatório deverá ser entregue à Agevisa no próximo dia 7.
A Agência solicitou também o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para intensificar as fiscalizações nas rodovias e da Agevisa de Pernambuco.
Sob suspeita levantada pelos fiscais da Agevisa, que apreenderam no final de outubro, 23 fronhas, 13 lençóis e uma toalha de banho em duas bancas localizadas na feira livre, no Centro do município. De acordo com a fiscal da Agência, Andrea Cardoso Rocha, “foram encontradas no material apreendido manchas semelhantes a marcas de coturno, que nos levou a indagar se estes lençóis foram utilizados por feridos de guerra”, disse.
Além das marcas de calçados, o tecido também apresentava manchas em tom marrom, que podem ser resíduos de sangue e muita sujidade. Segundo Andrea, o material foi comprado em Santarém e Santa Cruz do Capibaribe (Pernambuco) “o que fortaleceu nossas dúvidas quanto a procedência dos produtos, mesmo sem inscrição dos hospitais dos Estados Unidos, mas que apresentavam características suspeitas de serem provenientes de lixo hospitalar”.
O gerente técnico da Agevisa em Campina Grande, Antônio Júnior, disse que o material passará por uma análise criteriosa para averiguar as suspeitas. “Ainda não temos previsão de quando a perícia será concluída”, informou.
Na manhã de ontem, a Agevisa realizou, em Campina Grande, uma reunião técnica com os coordenadores da Vigilância Sanitária dos municípios paraibanos que fazem divisa com Pernambuco, identificados como maior potencial de risco sanitário. Representantes das cidades de Umbuzeiro, São Sebastião do Umbuzeiro, São João do Tigre, Zabelê, Alcantil, Riacho de Santo Antônio e Monteiro estiveram presentes.
O objetivo da reunião foi definir estratégias de intervenção conjunta em todo o Estado, para evitar que produtos oriundos de lixo hospitalar sejam comercializados. “Emitimos um alerta sanitário para todos os municípios, para que as ações de fiscalização sejam efetuadas no comércio, nas feiras, lojas, vendedores ambulantes e empresas, além de fiscalizar também locais de hospedagem como hotéis, pousadas e motéis”, explicou a diretora técnica de Estabelecimentos e Procedimentos de Saúde da Agevisa, Fátima Carvalho.
Ao final da reunião, ficou definido ainda que os representantes da Vigilância Sanitária nos municípios montarão um relatório com plano de ações estratégicas para evitar a entrada de lençóis suspeitos de contaminação, além de conscientizar a população sobre os riscos da reutilização desse produto. O relatório deverá ser entregue à Agevisa no próximo dia 7.
A Agência solicitou também o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para intensificar as fiscalizações nas rodovias e da Agevisa de Pernambuco.
