Pela proposta do deputado do DEM, fica o Governo do Estado autorizado a implantar e oferecer cursos profissionalizantes exclusivamente às pessoas portadoras de necessidades especiais, através da Secretaria de Desenvolvimento Humano.
Os cursos profissionalizantes poderão ser ministrados nos finais de semana, em instalações de escolas públicas.
Na justificativa, o deputado estadual João Henrique afirma que o censo concluído pelo IBGE, em 2010, revela que 15% da população brasileira é formada por pessoas portadoras de necessidades especiais.
Este percentual representa aproximadamente 24 milhões de habitantes, número que supera a população de alguns países.
Esses cerca de 24 milhões de brasileiros e brasileiras constituem uma força de trabalho imensa, que deve e precisa ser aproveitada e valorizada.
A legislação vigente busca esse objetivo obrigando as empresas a reservar uma pequena cota de vagas a pessoas com necessidades especiais; todavia, mais de um milhão destas vagas de trabalho continuam sem ser preenchidas.
O problema não está na desobediência da lei, mas no fato de que grande parte das vagas oferecidas exige mão de obra especializada, e, infelizmente, o mercado não atende a tal demanda. O que torna injusta a caminhada em busca de qualificação profissional para as pessoas portadoras de necessidades especiais é a inexistência de um programa oficial, de grande alcance, com o objetivo exclusivo de dar especialização a essas pessoas,preparando-as para ocuparem as vagas de emprego a que têm direito.
Os cursos profissionalizantes existentes, que são poucos para um país com uma população em torno de 190 milhões de habitantes – são elaborados e ministrados sem nenhuma preocupação de facilitar o aprendizado de pessoas com necessidade especial que desejam aprimorar sua mão de obra.
A finalidade desta proposição é preencher essa lacuna, contando com a Secretaria de Desenvolvimento Humano para elaborar e ministrar cursos profissionalizantes voltados exclusivamente às pessoas portadoras de necessidades especiais.
Com Edimilson Pereira
Os cursos profissionalizantes poderão ser ministrados nos finais de semana, em instalações de escolas públicas.
Na justificativa, o deputado estadual João Henrique afirma que o censo concluído pelo IBGE, em 2010, revela que 15% da população brasileira é formada por pessoas portadoras de necessidades especiais.
Este percentual representa aproximadamente 24 milhões de habitantes, número que supera a população de alguns países.
Esses cerca de 24 milhões de brasileiros e brasileiras constituem uma força de trabalho imensa, que deve e precisa ser aproveitada e valorizada.
A legislação vigente busca esse objetivo obrigando as empresas a reservar uma pequena cota de vagas a pessoas com necessidades especiais; todavia, mais de um milhão destas vagas de trabalho continuam sem ser preenchidas.
O problema não está na desobediência da lei, mas no fato de que grande parte das vagas oferecidas exige mão de obra especializada, e, infelizmente, o mercado não atende a tal demanda. O que torna injusta a caminhada em busca de qualificação profissional para as pessoas portadoras de necessidades especiais é a inexistência de um programa oficial, de grande alcance, com o objetivo exclusivo de dar especialização a essas pessoas,preparando-as para ocuparem as vagas de emprego a que têm direito.
Os cursos profissionalizantes existentes, que são poucos para um país com uma população em torno de 190 milhões de habitantes – são elaborados e ministrados sem nenhuma preocupação de facilitar o aprendizado de pessoas com necessidade especial que desejam aprimorar sua mão de obra.
A finalidade desta proposição é preencher essa lacuna, contando com a Secretaria de Desenvolvimento Humano para elaborar e ministrar cursos profissionalizantes voltados exclusivamente às pessoas portadoras de necessidades especiais.
Com Edimilson Pereira
