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Já chegam a 508 os mortos em consequência das fortes chuvas que atingiram a região serrana do Rio de Janeiro entre a noite de terça-feira (11) e a noite desta quinta-feira (13), segundo o Instituto Médico Legal (IML) do Rio de Janeiro. Ainda há desaparecidos, segundo informações da Defesa Civil do Estado, além de milhares de desabrigados. Entre as vítimas, estão familiares do economista Erik Conolly, diretor da holding do Icatu.
Apesar dos números divulgados pela IML, a Prefeitura de Sumidouro confirmou a morte de 19 pessoas e as buscas por desaparecidos continuam. Os bairros mais afetados são: Centro, Campinas, Dona Mariana, Chácara, Vila Corquinho e Volta. E ainda há a confirmação de 4 mortes na cidade de São José do Vale do Rio Preto.
Em Teresópolis, uma das cidades mais castigadas da Região Serrana, mais de 600 pessoas estão em abrigos, sendo pelo menos 300 em um ginásio, segundo a Defesa Civil municipal.
Segundo balanço da Defesa Civil, há pelo menos 13 mil desabrigados (aqueles que perderam tudo e necessitam de abrigos públicos) ou desalojados (que podem contar com a ajuda de vizinhos e familiares) no Estado. Em Petrópolis há 3.600 desalojados e outros 2.800 desabrigados.
Em Teresópolis, a Defesa Civil contabiliza 1.300 desalojados e 1.200 desabrigados. O rio Santo Antônio transbordou e, em alguns pontos da região do distrito de Itaipava, a água chegou a mais de dois metros de altura. Muitos moradores, de acordo com a Prefeitura, ficaram ilhados.
Em Nova Friburgo ficaram desalojadas 3.220 pessoas e, 1.970, desabrigadas. A presidenta Dilma Rousseff sobrevoou a cidade nesta quinta-feira. Acompanhada do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, ficou em Nova Friburgo por cerca de uma hora e teve uma reunião com ministros e autoridades locais. Abordada por jornalistas, disse apenas que "governo promete ações firmes para ajudar a reconstruir a cidade".

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