
Durante sessão extraordinária da Assembleia Legislativa aprovou, no início da tarde desta terça-feira (25) as quatro Medidas Provisórias de autoria do governador Ricardo coutinho (PSB). Três delas foram aprovadas com tranquilidade, mas a que anula atos do ex-governadorJosé Maranhão (PMDB) gerou um intenso debate entre os parlamentares e passou com certa dificuldade. O resultado foi de 17 votos a favor e 11 contra.
Vários parlamentares da bancada oposicionista se pronunciaram durante a apreciação da MP 161. O argumento principal de todos eles era que a matéria não estava clara, pois não estavam especificados quais atos seriam anulados."Nenhum parlamentar tem consciência do conteúdo desta matéria", disse o deputado Raniery Paulino, líder do PMDB.
Ele ainda acrescentou que se posicionou em contrário pelo fato da Comissão de Constituição, Justiça e Redação ter sido omissa quando não cobrou o detalhamento da medida." Não sou contra apenas pelo fato de ser oposição, mas acredito que ocorreu uma omissão da CCJ", disse.
O posicionamento de Raniery foi referendado pelo deputado Guilherme Almeida (PSC). "Eu não quero ser condenado pela sociedade que me elegeu quando os prejuízos chegarem", disse o parlamentar garantido não haver consitência na matéria.
Vários parlamentares da bancada oposicionista se pronunciaram durante a apreciação da MP 161. O argumento principal de todos eles era que a matéria não estava clara, pois não estavam especificados quais atos seriam anulados."Nenhum parlamentar tem consciência do conteúdo desta matéria", disse o deputado Raniery Paulino, líder do PMDB.
Ele ainda acrescentou que se posicionou em contrário pelo fato da Comissão de Constituição, Justiça e Redação ter sido omissa quando não cobrou o detalhamento da medida." Não sou contra apenas pelo fato de ser oposição, mas acredito que ocorreu uma omissão da CCJ", disse.
O posicionamento de Raniery foi referendado pelo deputado Guilherme Almeida (PSC). "Eu não quero ser condenado pela sociedade que me elegeu quando os prejuízos chegarem", disse o parlamentar garantido não haver consitência na matéria.
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