Maranhão segue seu ’calvário‘ sem saber qual será o seu futuro e adotando a tática do silêncio.

Chegamos a metade do mês de Janeiro e até agora continuam as indefinições em torno do futuro do ex-governador, José Maranhão (PMDB), derrotado nas últimas eleições pelo socialista Ricardo Coutinho (PSB). Até agora uma coisa há de concreta: o silêncio do principal líder do PMDB na Paraíba.
Inicialmente aliados de Maranhão sonharam que ele conseguiria emplacar um Ministério no Governo Dilma, sem êxito viu o socialista Fernando Bezerra Coelho emplacar no vizinho Pernambuco a tão cobiçada pasta. Na sequência observou de camarote as nomeações de ministros do PMDB: Garibaldi Alves, do vizinho Rio Grande do Norte, Moreira Franco do Rio de Janeiro... até perder as esperanças.
Posteriormente, surgiram os boatos que Maranhão iria para a vice-presidência da Caixa Econômica Federal, uma diretoria no Banco do Nordeste ou integrar uma estatal como a Petrobrás. Até agora nada concretizado. Sabe-se que Maranhão irá integrar o governo Dilma , porém a função continua um mistério, como cortina de fumaça levantam a tese da disputa entre o PT e PMDB por cargos de primeiro e segundo escalão e o “calvário” de Maranhão continua.
A impaciência com o assunto por parte de Maranhão é tão grande que ao ser procurado por um repórter para uma entrevista por telefone, nesta quinta-feira (13), atendeu a ligação em sua residência e com uma voz mansa disse:
“Não poderei falar, estou participando de uma reunião”, desconversou ao desligar rapidamente o telefone.
Outro argumento que tem ganhado consistência foi o levantado pelo âncora do Correio Debate na Rede Correio Sat, Fabiano Gomes:
“Maranhão não está em busca de um cargo, ele quer um emprego, pois ele não precisa de nada no aspecto financeiro”, argumentou.

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