Aparelhos sendo conduzidos por funcionáriosdo estabelecimento. Foto: Katharine Nóbrega/DB/D.A Press
Ainda sem previsão para começar a atender os pacientes de Campina Grande e de mais de 70 municípios do interior do estado, o novo Hospital de Traumas da cidade permanecerá fechado até que a Secretaria de Saúde tenha em mãos, o relatório de conclusão da obra e o número ideal de funcionários para o seu funcionamento pleno. Como forma emergencial, em uma tentativa de otimizar os serviços do Hospital Regional de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, vários equipamentos que deveriam está funcionando no novo prédio, foram transferidos e já começarão a ser usados pelos profissionais ainda nesta quarta-feira.
O anúncio das modificações e a transferência dos equipamentos aconteceram na manhã de ontem e foi realizada pelo próprio secretário de estado da saúde, Mário Toscano, que em seu retorno a Campina Grande, aproveitou para oficializar o nome do diretor-geral do hospital, que a partir de hoje é o médico Geraldo Antônio de Medeiros, que já trabalhava como médico plantonista do centro de saúde.
Segundo informações da própria diretoria, a ação foi necessária por que muitos destes equipamentos servirão para equipar novamente os cinco leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) que foram interditados pelo Conselho Regional de Medicina há quase dois meses. "Esses equipamentos são essenciais e servirão para salvar vidas. Eles estavam no depósito do novo hospital que ainda não tem data para começar a funcionar e tiveram que ser trazidos para melhorar os serviços da antiga unidade. Vamos equipar e fazer os serviços necessários para que todos os leitos da UTI voltem a funcionar e outros destes equipamentos também serão encaminhados para o Centro Cirúrgico" afirmou Flaubert Cruz, diretor clínico do Hospital Regional Dom Luiz Gonzaga Fernandes.
Ao todo foram levados para a unidade cinco monitores multi-parâmetro, dois carros de anestesia, cinco desfibriladores e dois focos auxiliares. Todo os aparelhos já começaram a ser instalados na tarde de ontem e só começarão a funcionar após uma inspeção . "Vamos aguardar somente a vistoria técnica do CRM que deverá autorizar o funcionamento dos cinco leitos que até hoje ainda estão interditados. Acreditamos que vamos evoluir bastante", disse.
Fonte: Diário da Borborema
Adaptado por Henistay Frasão