O MPE de São Paulo informou que entrou ontem com dois mandados de segurança no Tribunal Regional Eleitoral do estado relativos à ação penal contra Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca, eleito deputado federal mais votado do Brasil com 1,3 milhão de votos.
Na primeira ação, o MPE questiona a audiência ocorrida na última quinta-feira, na qual Tiririca teve de escrever um trecho do livro "Tribunal Regional Eleitoral, uma retrospectiva", além de ler e interpretar duas notícias publicadas num jornal.
Neste mandado, o MPE pede que, em uma nova audiência, o comediante elabore uma pequena redação para complementação do exame, parâmetro adotado pelo Ministério da Educação para aferição de alfabetização de jovens e adultos.
Já no segundo mandado de segurança é questionada a competência do juiz eleitoral de primeiro grau para realizar a audiência, já que o registro da candidatura foi feito no TRE-SP e não na 1ª Zona Eleitoral.
Segundo o MPE, o teste deveria ter sido realizado pelo tribunal, com participação do procurador regional eleitoral.
Em nota divulgada na sexta-feira, o promotor do Ministério Público Eleitoral Mauricio Antonio Ribeiro Lopes, que acusa Tiririca de não ter preenchido de próprio punho a declaração de escolaridade exigida por lei, já havia dito que entraria com mandado de segurança para que o comediante fosse submetido a novos testes de alfabetização.
Cariri em Foco
Na primeira ação, o MPE questiona a audiência ocorrida na última quinta-feira, na qual Tiririca teve de escrever um trecho do livro "Tribunal Regional Eleitoral, uma retrospectiva", além de ler e interpretar duas notícias publicadas num jornal.
Neste mandado, o MPE pede que, em uma nova audiência, o comediante elabore uma pequena redação para complementação do exame, parâmetro adotado pelo Ministério da Educação para aferição de alfabetização de jovens e adultos.
Já no segundo mandado de segurança é questionada a competência do juiz eleitoral de primeiro grau para realizar a audiência, já que o registro da candidatura foi feito no TRE-SP e não na 1ª Zona Eleitoral.
Segundo o MPE, o teste deveria ter sido realizado pelo tribunal, com participação do procurador regional eleitoral.
Em nota divulgada na sexta-feira, o promotor do Ministério Público Eleitoral Mauricio Antonio Ribeiro Lopes, que acusa Tiririca de não ter preenchido de próprio punho a declaração de escolaridade exigida por lei, já havia dito que entraria com mandado de segurança para que o comediante fosse submetido a novos testes de alfabetização.
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