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Governo do Estado disponibiliza serviços de saúde para cidades do Curimataú e Seridó
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| Imagem da internet |
A 4ª Gerência Regional de Saúde (GRS), com sede em Cuité, promove no período de 5 de maio a 21 de setembro deste ano, o “Saúde e Ação Social” nas 12 cidades da região do Curimataú e do Seridó: Cuité, Picuí, Frei Martinho, Nova Floresta, Pedra Lavrada, Nova Palmeira, Barra de Santa Rosa, Damião, Cubati, São Vicente do Seridó, Sossego e Baraúna. Serão realizados vários eventos simultâneos, incluindo palestras sobre câncer, diabetes, saúde da mulher; panfletagens com informações sobre tuberculose, dengue; testes de glicemia e verificação de pressão arterial.
“Com essas ações, pretendemos agilizar o diagnóstico e tratamento do câncer, além de oferecer outros serviços”, explicou a gerente da 4ª GRS, a mastologista, Cristiane Santos Araújo.
A programação de palestras acontece na cidade de Picuí, no período de 5 a 8 de maio, sobre diabetes, asma brônquica, câncer de mama, câncer de colo de útero, câncer de pele, ultrassonografia na gravidez e saúde da mulher, com o endocrinologista, Antonio Fernandes; a mastologista, Cristiane Santos; a ginecologista Fátima Gomes; o radiologista Diego Cândido; o fisioterapeuta Fernando de Freitas; o obstetra Sebastião Tibúcio; a enfermeira Janaína Pereira; o médico José Sidney Oliveira e a fisioterapeuta dermato-funcional Erica de Oliveira.
Na cidade de Cuité, no dia 9 de maio, às 19h, no salão paroquial, foram programadas palestras sobre parto humanizado e assistência no trabalho de parto, com a obstetra, Cláudia Bianca Manhaes e Lisley Siqueira, da ONG Germinar.
Na mesma data (9 de maio), começa, em Picuí, a ação itinerante, que acontecerá nas feiras livres dos 12 municípios, com barracas temáticas sobre câncer, DST/Aids, doenças crônicas, imunização, dengue; serviços de verificação de pressão, glicemia e outros serviços.
No dia 30 de maio, o evento itinerante prossegue na cidade de Frei Martinho; no dia 6 de junho, em Nova Floresta; no dia 27 de junho, em Pedra Lavrada e Nova Palmeira, simultaneamente; no dia 9 de julho, em Barra de Santa Rosa; no dia 11 de julho, em Damião; no dia 8 de agosto, em Cubati e São Vicente do Seridó; no dia 22 de agosto, em Sossego e Baraúna, também simultaneamente, e no dia 21 de setembro, em Cuité.
Aprenda a fazer uma armadilha para pegar o mosquito da dengue
Cada mosquito da dengue vive de 30 a 35 dias. Dentro deste período, as fêmeas põem ovos de quatro a seis vezes, sendo que a cada ninhada são cerca de 100 ovos. Basta um local com água limpa para que a chance de proliferação seja enorme.
Se não encontra o local apropriado para depositar os ovos, o mosquito voa distâncias de até três quilômetros até localizar um recipiente ideal. Por isso, uma forma de ajudar a combate à doença é fazer com que o Aedes aegypti se reproduza dentro de armadilhas, onde pode ser eliminado.
Idealizada e patenteada por Antônio C. Gonçalves Pereira, funcionário da COPPE-UFRJ (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia) junto com o engenheiro Hermano César M. Jambo, a “mosquitérica” é uma versão genérica e mais acessível de uma armadilha criada pela equipe do professor Maulori Cabral, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).
Para construir a sua, você vai precisar de:
Uma garrafa PET
Lixa
Fita isolante
Micro tule
Tesoura
Comida para gato ou alpiste
O primeiro passo é cortar a garrafa PET ao meio. Lixe o interior da parte de cima da garrafa até que ele fique fosco. Depois, retire o anel da boca da garrafa e coloque um pedaço do micro tule. Use o próprio anel para prender o tecido.
Coloque a ração ou o alpiste dentro da parte inferior da garrafa. Encaixe a parte de cima da garrafa na parte inferior com o bico virado para baixo. Se necessário, corte a parte do corpo da garrafa que ficar sobrando.
Use a fita isolante em todo o bocal, de modo que as duas partes da garrafa fiquem unidas.
Coloque água na sua armadilha, sem esquecer de deixar uns três dedos de área seca.
Como funciona – A superfície lixada da garrafa faz com que a água de dentro suba por capilaridade, o que aumenta a evaporação e atrai mais facilmente o mosquito. Na parte seca, a fêmea vai depositar seus ovos. Quando nascem as larvas, elas descem pelo bocal atrás de comida (ração ou alpiste).
Nesta fase, conseguem passar pelo tule. Mas conforme se alimentam e crescem, as pupas não podem mais atravessar o tecido e ficam presas.
A armadilha deve ficar em um lugar não muito iluminado, e sempre que a água evaporar, a água deve ser reposta, pois é ela que ajuda a hidratar os ovos do mosquito.
Para reutilizar a armadilha, lave com detergente líquido, assegurando-se de que todas as larvas e pupas morreram.
Com Uol
Uma planta muito simples consegue matar até 98% de células cancerígenas e também frear o diabetes
Este texto foi traduzido e adaptado do artigo original, escrito pelo Dr. Frank Shallenberger, e o link dessa versão encontra-se no final da matéria. Trata-se de uma tradução livre do artigo escrito em primeira pessoa publicado por Shallenberger. Acompanhe:
Eu estou sempre buscando por substâncias que dão uma “chave de braço” no metabolismo peculiar das células cancerosas. É vital que essas substâncias matem as células doentes e deixem as saudáveis intactas. Já falei sobre algumas de minhas descobertas científicas no passado, como o resveratrol, chá verde, seanol e outros. Mas hoje eu vou lhes falar sobre outra planta que seguramente mata o câncer de fome com tanta eficácia quanto uma quimioterapia. Na verdade, funciona inclusive no câncer de pâncreas, um dos mais difíceis de se combater.
A planta é um vegetal comum da Ásia e que tem o nome de melão amargo (Momordica charantia - no Brasil, pode ser conhecido como melão-de-são-caetano), sendo popular na região de Okinawa, no Japão.
O suco do vegetal, na concentração de 5% em água mostrou ter um potencial assombroso de lutar contra o crescimento dos quatro tipos de cânceres pancreáticos pesquisados, dois dos quais foram reduzidos em 90%, e os outros em incríveis 98% apenas 72 horas após o tratamento!
Já comentei em outros artigos a respeito da apoptose, que é a resposta natural de um organismo em lidar com células fora do comum - que simplesmente suicidam. O suco induziu essa morte programada por vários caminhos diferentes. Um desses caminhos foi o de colapsar o metabolismo de alimentação por glicose das células doentes, ou seja, privou-as do açúcar que elas necessitam para sobreviver.
Será que esses estudos de laboratório também servem para animais vivos? A resposta é um sonoro “sim”! Pesquisadores da Universidade de Colorado aplicaram doses em ratos que seriam proporcionais a humanos, e eles apresentaram uma redução em 64% do tamanho de seus tumores, sem efeitos colaterais. Esse nível de melhora ultrapassa os alcançados atualmente com o uso de quimioterapia para um tipo de câncer tão letal.
O responsável pela pesquisa na universidade, Dr Rajesh Agarwal, observou o costume chinês e indiano de usar o fruto em remédios para diabetes. Vendo que esta doença tende a vir antes do câncer pancreático, o doutor associou as ideias, criando novos rumos nas investigações existentes.
A dose utilizada foi de seis gramas de pó do melão amargo para um adulto de porte médio (75 quilos). Os grandes laboratórios e companhias farmacêuticas buscam encontrar petroquímicos patenteáveis que obtenham o mesmo resultado que Deus colocou nesse vegetal. Eles ficam boquiabertos como uma planta tão despretensiosa consegue desnutrir o câncer sem precisar de nenhuma química complexa.
No centro médico da Universidade de Saint Louis, a Dra. Ratna Ray, Ph. D. e professora de patologia, liderou pesquisas similares, testando primeiramente em células de câncer de mama e próstata e depois experimentando em cânceres da cabeça e pescoço, que embora representem 6% apenas dos casos, são agressivos e se espalham facilmente, começando por vezes pela boca, garganta, nariz.
Com efeito, após quatro semanas de tratamento controlado em animais, o volume e crescimento dos tumores reduziu. A doutora ressalta: "É difícil medir o resultado exato do tratamento com o extrato de melão amargo no crescimento das células, porém combinado com as terapias e remédios existentes, pode auxiliar na eficácia do combate ao câncer."
Pesquisadores descobriram recentemente que a síndrome metabólica é amenizada pelos benefícios no metabolismo glicólico. Ótimas notícias, pois não se destrói o câncer por uma via só, e eu acredito que deve ser multifocal: em outras palavras, fortalecer o sistema imunológico, desintoxicar, eliminar infecções dentais e materiais tóxicos dos dentes, alcalinizar o organismo, oxidar o corpo com terapia com oxigênio, e prover nutrientes específicos para dar uma “chave de braço” nos caminhos particulares do metabolismo do câncer.
Todas as células cancerosas mostram uma produção anormal de energia que utiliza fermentação ineficiente de glicose. O melão amargo pode ser um excelente aliado ao combate dessa produção de energia anormal. Você pode encontrá-lo na maioria das lojas naturais ou comprar online.
O artigo original pode ser conferido aqui.
Com ECYCLW


