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Prefeituras da PB devem receber mais de R$ 223 milhões do FPM em maio
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As prefeituras paraibanas devem receber, neste mês de maio, o montante de R$ 223.970.945 milhões do Fundo de Participação dos Municípios. Esse, pelo menos, é o valor previsto pela ONG Transparência Municipal, que faz mensalmente a estimativa dos repasses feitos por meio do FPM para as cidades brasileiras. O estudo apresenta para os Municípios do Estado as estimativas dos repasses do FPM, para que os prefeitos, vereadores, secretários e demais interessados tenham uma ideia aproximada dos valores que receberão.
As estimativas já deduzem os recursos destinados ao Fundeb. Elaboradas pela Secretaria do Tesouro Nacional elas representam apenas uma indicação, dependendo da evolução da arrecadação do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados.
Os valores são calculados pelo coeficiente populacional feito com base nos resultados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Baseado nesse coeficiente, João Pessoa é a cidade paraibana que mais deve receber recursos. Somente este mês a Capital deve obter do FPM o montante de R$ 29.432.293 milhões.
Campina Grande é a segunda cidade que mais recebe os recursos e fica com o valor de R$ 7.326.489 milhões. Santa Rita fica com o montante de R$ 3.596.392 milhões e Patos com R$ 3.196.793 milhões.
Ultrapassam os dois milhões de reais em recursos os municípios de: Bayeux, Cabedelo, Cajazeiras, Guarabira, Sapé, Sousa.
Os que recebem mais de um milhão de reais são: Alagoa Grande, Alagoa Nova, Alhandra, Araçagi, Araruna, Areia, Aroeiras, Bananeiras, Belém, Boqueirão, Caaporã, Cacimba de Dentro, Catolé do Rocha, Conceição, Conde, Cruz do Espírito Santo, Cuité, Esperança, Ingá, Itabaiana, Itapororoca, Itatuba, Juazeirinho, Lagoa Seca, Mamanguape, Mari, Monteiro, Pedras de Fogo, Picuí, Pitimbu, Pocinhos, Pombal, Princesa Isabel, Queimadas, Remígio, Rio Tinto, São Bento, São João do Rio do Peixe, São José de Piranhas e Solânea.
Com Portal Correio
Universitário escreve artigo e destaca traços históricos dos 212 anos de São João do Cariri
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| Wanderley |
O estudante de Direito, Wanderley Barreto, escreveu um rico artigo sobre a história e riqueza cultural de São João do Cariri, que nesta terça-feira (05) celebra 212 anos de sua Emancipação Política. Wanderley passeia por curiosidades sobre a trajetória de glórias da cidade Mãe do Cariri e vale a pena ser lido!
LEIA O ARTIGO COMPLETO:
As Origens da Villa Real
A história da “Mãe do Cariri”, Villa Real de São João do Cariry, remonta ao Brasil Colônia, exatamente a 1669, ano no qual o Alferes José Alves Martins fez a doação de uma Sesmaria, que viera a receber o nome de Sítio São João. Eis a gênese de nossa cidade, ou melhor, de nossa futura cidade, pois que neste momento existira apenas uma mera área habitacional.
Decorridos 81 anos, mais precisamente ao ano de 1750, nas proximidades do sítio São João – o mesmo situava-se onde atualmente é o sítio Curral do Meio – é criada a Freguesia de Nossa Senhora dos Milagres, tendo por sede a Igreja de Nossa Senhora dos Milagres, templo este construído pelos sacerdotes e demais membros da Companhia de Jesus, os Jesuítas, os quais deixaram sua marca indelével na colossal estrutura daquele Santuário.
No ano de 1776, 26 anos após a criação da Freguesia de N. S. dos Milagres, dá-se o processo de elevação a categoria de Julgado com o nome de Cariri Velho ou Cariri de Fora, sendo jurisdicionada a comarca da Cidade de Nossa Senhora das Neves – atual João Pessoa.
Passados 22 anos, especificamente no ano de 1798, a Freguesia de N. S. dos Milagres recebe outro nome, qual seja: Villa de São Pedro, em homenagem a Pedro de Bragança, que subiu ao Trono à época como Pedro III, 19º duque de Bragança, esposo da então Rainha de Portugal, D. Maria I de Portugal.
Em 1803, mais precisamente aos 5 dias do mês de Maio – data esta que se comemora a institucionalização político-administrativa da nobre Villa – a então Villa de São Pedro passa por outra mudança, pois que nessa data acontece a instalação oficial da Villa Real de São João do Cariry, em homenagem ao Príncipe João Rafael de Bragança, que mais tarde assumiria o Trono Real com o título de D. João VI. Alguns anos mais tarde, mais precisamente em 1854, a Villa Real é elevada a categoria de Comarca.
Nossa história não é rica apenas no que diz respeito aos aspectos que permeiam a sua formação, os seus nomes, enfim, aos detalhes que compõe o seu processo de surgimento e desenvolvimento enquanto cidade, assim se fazendo necessário pontuar sobre: sua imensa área territorial, que chegando a atingir 1/3 do território do Estado da Parahyba, teve sob seus domínios cidades de grande porte na atualidade, a exemplo de: Campina Grande. Contudo, sua localização geográfica não colaborou satisfatoriamente para seu desenvolvimento enquanto polo comercial.
Além de sua extensão territorial, se faz mister salientar o celeiro de homens cultos que fora esta cidade, ao ponto de ser chamada de “Atenas do Cariri Velho”, sendo ainda sede de um dos primeiros e mais importantes colégios de ensino secundário do interior do Estado Parahyba, diga-se de passagem, colégio este fundado pelo Dr. Francisco Aprígio de Vasconcelos Brandão, o qual era avô do grande jornalista Assis Chateaubriand, que há quem diga que este teve parte de sua formação no referido colégio.
Indo além dos aspectos territoriais e educacionais, nos deparamos com a marca cultural que se sedimenta na tradição religiosa advinda desde seu surgimento, sobretudo com a construção da Igreja de N. S. dos Milagres. Tal templo é característica marcante de nossa cidade, pois desde a origem deste culto, que a cidade tornou-se lugar de peregrinação dos fieis no período de festividade da Padroeira, celebrado ao mês de setembro de cada ano.
Os aspectos outrora elencados – datas, antigos nomes dado a cidade, seu desenvolvimento político-estrutural (julgado, Villa, etc), território, religiosidade – nos fala um pouco sobre nossa cidade, bem como nos dá a tarefa de ir à busca de mais informações a respeito da mesma, pois que nossa história é linda e gloriosa, afinal de nós que se originou toda uma região – cariri -, e, consequentemente, uma cultura, por assim dizer.
Deste modo, digo, com essas poucas e humildes palavras – passivas de erros, visto ao número limitado de informações bibliográficas que tive acesso – , é que exteriorizo os meus mais sinceros e elevados votos de parabéns aos concidadãos e a nossa querida e amada Villa Real de São João do Cariry.
Que Deus, o Soberano Grande Arquiteto do Universo, nos encaminhe para o desenvolvimento e o sucesso da nossa querida cidade. Parabéns Villa Real!
Por: Wanderley Barreto,
Villa Real de São João do Cariry, aos 05 de Maio de 6015 A.’. L.’.
Publicado por: kkk
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Cidades
Servidores protestam por melhores salários em Boqueirão
Os servidores da Saúde de Boqueirão fizeram um movimento em frente a Secretaria de Saúde para cobrar reajuste salarial e urgência na implantação do PCCS da Saúde.Segundo o Presidente do Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais de Boqueirão e Região (Sintabo) Freud Rego, os servidores da Saúde estão há mais de 36 meses sem reajuste em seus vencimentos. Freud frisou que a perda em seus contracheques gira em torno de 25%.
Outra reivindicação dos servidores é a urgência na implantação do PCCS da Saúde. “A Lei 8.142/90 diz no artigo 4º, inciso VI, que o prazo previsto para a implantação é de dois anos e a mais de cinco anos que o Sintabo tenta sensibilizar os gestores para a implantação do PCCS”, comentou o presidente da entidade.
Freud disse ainda que em Barra de Santana, o Plano foi votado e aprovado em seis meses, salientando que aquele município só tem oito mil habitantes, enquanto Boqueirão ultrapassa os 17 mil habitantes.
O movimento dos servidores teve início em frente a Secretaria da Saúde e caminhou para a Prefeitura e em seguida para a sede do Sindicato.


